IX SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E AÇÕES AFIRMATIVAS

 

​PROJETO ETNOMATEMÁTICA E HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: jogos e relações culturais

Projeto Aprovado

EDITAL PROEXC/PROAE Nº 51/2017 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À CULTURA ESTUDANTIL PIAC-ESTUDANTIL – 3ª Chamada 2017

 

A partir da Lei 10.639/03, algumas mudanças passaram a ocorrer no cenário escolar, não apenas na parte estrutural, mas também na formação d@s professor@s, bem como da necessidade de sensibilização. Estes/as, agora, têm de buscar atualizações, cursos de extensão dentre outros, que possibilitarão o contato e conhecimento de novas culturas e etnia diferentes, as quais estamos expost@s todos os dias.

Nesse sentindo esta proposta objetiva estudar os efeitos da diversidade, da construção e da afirmação da identidade, da apropriação cultural e do multiculturalismo, identificando formas de trata-los principalmente em sala de aula visto que fazem parte do cotidiano escolar.

Em um trabalho coletivo, apresentamos o Congresso Étnico-racial: Identidade, Apropriação Cultural, Educação e Diversidades. Verificando-se a importância em discutir as temáticas como movimento teórico e como prática social que contesta preconceitos e discriminações a indivíduos e grupos sociais e/ou culturais dentro e fora do espaço escolar, as construções da(s) identidade(s) e o empoderamento deles.

 

 

EIXOS DE TRABALHO 

  • EIXO I - Currículo e Educação para as relações étnico-raciais

Este eixo tem como objetivo discutir os trabalhos que abordam os estudos curriculares em consonância com a educação para as relações étnico-raciais, desde a educação básica ao ensino superior e espaços não escolares, comunidades quilombolas, núcleos de estudos, programas de iniciação à docência (PIBID) e educação tutorial (PET). Duas proposições estão aqui vinculadas: reunir pesquisadores que se dedicam ao estudo do currículo, enquanto artefato histórico e cultural, e suas implicações na aplicabilidade e legitimação da legislação que baliza o campo da educação para as relações étnico-raciais, e a busca por indagações epistemológicas por meio de trabalhos que contextualizam a contemporaneidade dos estudos na área curricular relacionados às temáticas que abordam legislação, multiculturalismo, identidade, prática educativa e cultura organizacional, dentre outras.

 

 

· EIXO II - Ciências e relações étnico-raciais

 

Este eixo se constitui em um campo epistemológico que abarca estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos e psicológicos sobre a educação para as relações étnico-raciais em relatos e pesquisas em andamento e concluídas. A proposta desse eixo é reunir também, estudiosos de diversas áreas que utilizam o conhecimento científico como base para a discussão e problematização de questões relacionadas ao campo da Etnociência em espaços escolares e espaços não escolares, analisando as contribuições da história e cultura afro-brasileira e africana e sua relação com o contexto educacional e social.

 

 

· EIXO III – Lei 10.639/03 e 11.645/08 em espaços escolares e não escolares

 

O eixo abriga pesquisas sobre a legislação que baliza a história e cultura afro-brasileira e africana e a educação indígena. Os trabalhos vinculados a esse eixo acolhem pesquisas com resultados parciais e finais sobre práticas educativas em espaços escolares e não escolares relacionadas ao livro didático, à identidade étnico-racial, à educação indígena, à educação quilombola e às políticas afirmativas. Propõem-se reunir trabalhos que problematizem a legislação referente às Leis 10.639/03 e 11.645/08, com o intuito do debate sobre a legitimação e aplicabilidade desse aparato jurídico-normativo nos espaços educacionais e comunitários.

 

 

· EIXO IV - Arte, História e Diversidade

 

Este eixo congrega pesquisas em andamento ou concluídas e relatos de experiência sobre o campo da temática étnico-racial e o ensino de artes, dança, teatro, música e artes visuais, relacionadas às práticas culturais dentro e fora do espaço educacional, literatura afro-brasileira, dança afro, práticas pedagógicas em artes relacionadas à cultura africana e afro-brasileira e à imagem do negro na indústria cinematográfica. Esse eixo agrupa ainda, trabalhos que abordam os aspectos historiográficos da educação para as relações étnico-raciais, reunindo estudos referentes à historiografia africana e à diversidade cultural.

 

 

· EIXO V - Religiosidade e cultura Afro-brasileira e Africana

 

Este eixo objetiva contribuir sobre os estudos da temática religiosidade e cultura afro-brasileira e africana, sua historicidade e relação com o espaço educativo e espaço não escolar. Estão comtemplados os relatos, pesquisas em andamento ou concluídas sobre ritos religiosos africanos, religiosidade afro-brasileira e sincretismo religioso no Brasil. Com vistas ao fortalecimento do campo da pesquisa em educação para as relações étnico-raciais e do subtema religiosidade, busca-se colaborar com o diálogo e a problematização da temática por meio de estudos que visem à desmistificação da religiosidade de matriz africana e afro-brasileira, contribuindo para desconstruir estereótipos e preconceitos, enfatizando a diversidade na constituição da identidade do povo brasileiro.

 

· EIXO VI – Direito, Identidade, negritude e gênero

 

Este eixo discute relatos, pesquisas em andamento ou concluídas relacionadas à ancestralidade, identidade cultural, racismo, direito à diversidade étnico-racial, política educacional étnico-racial, multiculturalismo e diáspora africana. Busca discutir as contribuições do campo jurídico-normativo à constituição da identidade nacional e processo de mestiçagem no Brasil, diáspora africana como fenômeno histórico-social, e relação de gênero na atualidade em interlocução com os estudos na área da educação para as relações étnico-raciais.

NORMAS E SUBMISSÃO DE TRABALHOS 

ARTIGO COMPLETO 

1. O artigo deverá ser fruto de pesquisa acadêmica concluída ou em andamento, análise crítica de prática educativa realizada no âmbito escolar ou não escolar, apresentação de atividades realizadas em estágio supervisionado, PIBID, PET, revisão bibliográfica e ensaios que contemplem os seguintes eixos:

 EIXO I - Currículo e a Educação para as relações étnico-raciais

 EIXO II - Ciências e relações étnico-raciais 

 EIXO III – Lei 10.639/03 e 11.645/08 em espaços escolares e não escolares

 EIXO IV - Arte, História e Diversidade

 EIXO V - Religiosidade e cultura Afro-brasileira e Africana

 EIXO VI – Direito, Identidade, negritude, gênero

2. O artigo poderá ter no máximo 3 (três) autores (tod@s devidamente inscritos no evento).

3. O artigo deverá ter no mínimo 8 (oito) e no máximo 16 (dezesseis) páginas, incluindo as referências.

4. O texto do artigo deverá ser digitado em Word for Windows, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5; margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

5. Título em caixa alta e centralizado (fonte Times New Roman, tamanho 12).

6. Dois espaços abaixo do título deve(m) vir o(s) nome(s) do/a(s) autor/a(es), instituição à qual se vincula(m), email de contato e eixo do trabalho, alinhados à direita.

7. Resumo: apresentação concisa do trabalho, com descrição de suas principais características, como tema, objetivo, metodologia utilizada e resultados alcançados. Deve ter, no mínimo, 200 palavras e, no máximo, 300 palavras, formato justificado; fonte Times New Roman tamanho 12; espaçamento simples, em Word 97-2003 ou superior. Indicar de três a cinco palavras-chave logo após o resumo.

8. O artigo completo deverá ter: Introdução (tema, objetivos, justificativa, fundamentação teórica e metodologia); Desenvolvimento (referencial teórico, análise dos dados, resultados obtidos); Considerações finais e Referências.

9. Para citação curta (até 3 linhas): Tamanho 12, espaço 1,5cm, entre aspas, no corpo do texto. 10. Para citação longa (mais de 3 linhas): Tamanho 11, espaço simples, recuo de 4 cm.

11. Referências: apresentação das obras consultadas e citadas no corpo do trabalho

12. Seguir as normas da ABNT.

13. Os trabalhos devem ser anexados no fim desta página. 

14. O arquivo do trabalho deverá ser salvo com as seguintes informações: indicação do eixo, indicação de categoria e iniciais do nome completo do autor principal (TC- trabalho completo) (Ex: eixo_01_TC_JAO)

15. A comissão Científica não se responsabilizará por inscrições de trabalhos enviados fora do prazo ou por problemas técnicos durante o envio. Normas para inscrição de trabalho no formato de resumo expandido 1.

​RESUMO EXPANDIDO 

​1. O Resumo expandido deverá ser fruto de pesquisa acadêmica concluída ou em andamento, análise crítica de prática educativa realizada no âmbito escolar ou não escolar, apresentação de atividades realizadas em estágio supervisionado, PIBID, PET, revisão bibliográfica e ensaios que contemplem os seguintes eixos:

 

 EIXO I - Currículo e a Educação para as relações étnico-raciais

 EIXO II - Ciências e relações étnico-raciais 

 EIXO III – Lei 10.639/03 e 11.645/08 em espaços escolares e não escolares

 EIXO IV - Arte, História e Diversidade

 EIXO V - Religiosidade e cultura Afro-brasileira e Africana

 EIXO VI – Direito, Identidade, negritude, gênero ​

2. Poderá ter no máximo 4 (quatro) autores (todos devidamente inscritos no evento).

3. O resumo expandido deverá compreender 3 (três) páginas, no mínimo, e 5 (cinco) páginas, no máximo, incluindo as referências.

4. O texto do resumo expandido deverá ser digitado em Word for Windows, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço simples; margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

5. Título em caixa alta e centralizado (fonte Times New Roman, tamanho 12).

6. Dois espaços abaixo do título deve(m) vir o(s) nome(s) do/a(s) autor/a(es), instituição à qual se vincula(m), e-mail de contato e eixo do trabalho alinhados à direita.

7. O resumo deve conter a apresentação do assunto/tema estudado; Detalhamento da atividade (descrever como a atividade foi realizada); Análise e discussão (colocar em evidência os resultados - limites e possibilidades - que a realização da experiência proporcionou); Considerações (que implicações essa experiência trouxe para o fazer pedagógico do/a(s) profissional(is); o que outros profissionais da área podem utilizar deste trabalho ou relato).

8. Para citação curta (até 3 linhas): Tamanho 12, espaço 1,5cm, entre aspas, no corpo do texto.

9. Para citação longa (mais de 3 linhas): Tamanho 11, espaço simples, recuo de 4 cm.

10. Referências: apresentação das obras consultadas e citadas no corpo do trabalho

11. Seguir as normas da ABNT.

12. Os trabalhos devem ser anexados no fim desta página. 

13. O arquivo do trabalho deverá ser salvo com as seguintes informações: indicação do eixo, indicação de categoria (RE- resumo expandido) e iniciais do nome completo do autor principal (Ex: eixo_01_RE_JAO)

14. A comissão Científica não se responsabilizará por inscrições de trabalhos enviados fora do prazo ou por problemas técnicos durante o envio.

OFICINAS E MINI-CURSOS 

Deixa eu dançar pro meu corpo ficar Odara: dança afro -brasileira 

OFICINA 1 

AUTORA: Adriele Estulano 

RESUMO: A proposta em questão consiste na realização da oficina de Dança Afro com os ritmos Afro-Brasileiro. Esta se inicia com um alongamento, utilizado como método para relaxar o corpo e desenvolver técnicas físicas para exercitar a dança de forma harmoniosa e prazerosa. Será trabalhado o ritmo de um país da África ( Angola ), trabalhando o ritmo dançado pela população do pais, juntamente com sua cultura local. Nesta apresentaremos os sambas de roda ( jongo, tambor de crioula, dança da umbigada ). Finalizaremos nossa atividade com um alongamento relaxante, e uma abordagem teórica sobre a dança Afro-Brasileira e a dança afro de alguns países da África.

Etnomatemática e mediação de saberes matemáticos na sociedade global e multicultural

OFICINA 2 

AUTORES: Cristiane Coppe de Oliveira 

Marcelo Vitor Rodrigues Nogueira 

RESUMO: A proposta desta oficina é estabelecer um diálogo com os participantes no sentido de contribuir para a formação de profissionais reflexivos em relação aos seus saberes e desempenho, propondo-lhes materiais e atividades que proporcione a implementação da lei 10639/03, em diferentes níveis de ensino, por meio de estratégias que promovam a valorização da cultura e da história afro-brasileira e africana. Tal proposta está fundamentada no Programa Etnomatemática de D´Ambrosio (2015), bem como nas Diretrizes Curriculares para as Relações Étnico-Raciais e nas produções que envolvem a temática junto ao Núcleo de Pesquisas e Estudos em Educação Matemática – NUPEm da Universidade Federal de Uberlândia/MG. Espera-se com esse diálogo ressaltar os valores e saberes intuitivos e culturais, buscando aproximações com o saber escolar do universo em que o aluno está inserido, a fim de promover a superação do preconceito de que a matemática é um conhecimento produzido, exclusivamente, pelo pensamento europeu.

Literatura afro-brasileira na educação infantil: protagonismo e negritude

OFICINA 3

AUTORES: Rafaela Rodrigues Nogueira 

Marivânia Xavier 

RESUMO: Este minicurso apresentará uma discussão sobre a literatura afro-brasileira na educação infantil, dando ênfase a obras literárias e ao protagonismo dos personagens negros, faremos uma discussão sobre a importância da visibilidade positiva desde a mais tenra idade para o fortalecimento da pertença identitária, para tanto vamos abordar e trazer algumas sugestões de livros infantis que nos auxiliam no trato da educação para as relações étnico-raciais no contexto da sala de aula e em como utilizá-los na desconstrução de preconceitos e estereótipos. Em particular trataremos da construção positiva da identidade negra por meio da literatura, utilizando o protagonismo dos personagens negros e como eles são apresentados e representados nas histórias infantis.

De que cor é a língua que falamos? Apontamentos sobre o Português do Brasil (PB) e seu ensino na Educação Básica

 

OFICINA 4 

AUTORA: Mical de Melo Marcelino 

RESUMO: Este minicurso toma como objeto o Português Brasileiro (PB) visando a discutir sua formação e suas peculiaridades, com ênfase especial à herança linguística advindas das línguas indígenas e africanas, como um saber importante de ser mobilizado nas aulas de Língua Portuguesa – tanto nas duas etapas do Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. Objetiva construir um olhar mais descritivo a respeito da língua portuguesa que falamos, com vistas a (re)pensar de forma mais crítica o seu ensino que, atualmente, privilegia apenas um de seus registros possíveis – a chamada “norma culta”ou “norma padrão”. O minicurso discutirá, a partir dessas ideias, as maneiras como outros falares podem comparecer à aula de Língua Portuguesa e como a mesma pode se constituir em um espaço para a aplicação das leis 10.639 e 11.645, tomando por base princípios do Sociolinguística e das discussões a respeito da Gramática do Português Brasileiro.

Performance artística: uma experiência política para o feminismo negro

OFICINA 5

AUTORA: Patrícia Giselia Batista

RESUMO: A arte de protesto é pretensiosamente marginal por ser uma produção, na maioria das vezes, feita por sujeitos dissidentes pela sexualidade e pela raça. Nosso objeto de estudo é a performance artística como arma de guerra, considerando que ela representa o processo de produção/desconstrução das identidades, do cuidado de si e das transformações cotidianas que se operam nas representações do corpo da mulher negra. Como metodologia, utilizaremos recursos audiovisuais, jogos teatrais e bibliografia referente ao tema. Culminância construção de uma performance.

Educação escolar quilombola: reflexões sobre sua organização e gestão pedagógica

OFICINA 6

AUTORAS: Ana Lídia de Souza, Kelly Mara Santana de Lima & Eduarda Luis Marques

RESUMO: A proposta em questão é contribuir para reflexões sobre a Educação Escolar Quilombola, tanto do ponto de vista pedagógico como da gestão, tendo como referência valores culturais, sociais, históricos e econômicos dessa comunidade. É importante refletir como constituir um espaço de diálogo entre o conhecimento escolar e a realidade quilombola, de forma a valorizar o trabalho e a cultura de povos de matriz africana e afro-brasileira. É importante que se amplie o currículo, permitindo mudanças e adaptações necessárias e possibilitando a construção de saberes fora do contexto acadêmico dos conteúdos escolares. Nesse sentido, valoriza-se o conhecimento prévio do sujeito e a sua identidade, atentando para uma prática de educação inclusiva e propicia-se o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social das crianças e jovens. Ao fundamentar-se por essa perspectiva, dialoga-se com uma educação antirracista, que combata os preconceitos, confirmando assim o que reza o artigo 8, parágrafo 7, das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) da educação quilombola.

Religiões afro-brasileira e seu sincretismo com o catolicismo

OFICINA 7

AUTORES: Eduardo Neto Miranda, Daiane Firmiano Oliveira &Leonaldo dos Santos Silva

RESUMO: Nós da Tenda de Umbanda Pai Joaquim de Aruanda de Ogum e Nanã ofertamos o mini-curso Religiões afro-brasileira e o sincretismo com o catolicismo, este objetiva realizar um diálogo entre as religiões de matriz africana com ênfase na Umbanda, destacando sua origem, sua fundação, suas simbologias e significados, bem como sua relação com as outras religiões e seu sincretismo com a religião Católica. Procurar-se-á esclarecer quais são os fundamentos da Umbanda juntamente com seus ensinamentos, e quebrar o paradigma de que os terreiros de Umbanda realizam práticas maléficas a sociedade. Rompendo os paradigmas impostos pelas outras religiões e pela sociedade, desconstruindo preconceitos, esclarecendo as dúvidas que poderão surgir entorno da religião. O presente minicurso não tem a pretensão de difundir, impor ou propagar a religião, seu único intuito é única e exclusivamente passar para todos um a construção história e prática da religião que é totalmente brasileira, mas, que possui em suas raízes culturais oriundas de África, juntamente com os escravizados que vieram para as terras brasileiras. Espera-se que este mini-curso desconstrua estigmas impostos pela sociedade, apresentando, esclarecendo e dialogando sobre as crenças de religiões afro-brasileiras.

Histórias Infantis: desconstruir para (re)construir novos olhares

OFICINA 8

AUTORES: Waléria Furtado, Ana Carolina Franco Alves, Laura Marques Garcia, Nagela Francisca do Carmo, Pamela Fonseca Costa, Tamyres Zeferino Capelli Paskauskas

RESUMO: Esta Oficina pretende discutir as relações étnicos raciais, questões de empoderamento e de identidade positiva a partir das histórias infantis numa perspectiva de desconstrução e (re)construção. Tomar histórias comuns como ponto de partida num movimento de desconstrução de estereótipos, de padrões pré-estabelecidos e binários, para (re)construir novos olhares e novas possibilidades no horizonte da Educação Infantil.

COORDENAÇÃO GERAL 

Luciane Ribeiro Dias Gonçalves – NEPERE

Marcelo Vitor Rodrigues Nogueira – NEABi UFU

Maria Aparecida Augusto Satto Vilela – CEPAE UFU

Carlos Eduardo Moreira Araújo – LAPAMI UFU

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